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sábado, 29 de junho de 2013

História da Valsa




Valsa (do alemão Walzer) é um gênero musical erudito de compasso binário composto (6/8) (embora muitas vezes, para facilitar a leitura, seja escrita em compasso ternário). As valsas foram muito tocadas nos salões vienenses e muito dançada pela elite da época.
Durante meados do século XVIII, a allemande, muito popular em França, já antecipava, em alguns aspectos, a valsa. Carl Maria von Weber, com as suas Douze Allemandes, e, mais especificamente com o Convite à dança (também conhecido por Convite à valsa), de 1820, pode ser considerado o pai do gênero.
Os compositores mais famosos do estilo são os membros da família Strauss, Josef e Johann Strauss. O estilo foi depois reinterpretado por compositores como Frédéric Chopin, Johannes Brahms e Maurice Ravel.
Johann Strauss Jr. compôs mais de duzentas valsas.
Atualmente as valsas são regularmente interpretadas pelas mais importantes orquestras mundiais.
O gênero musical gerou danças com braços entrelaçados ao nível da cintura, tornou-se logo uma dança independente com contato mais próximo entre os parceiros. No fim do século XVIII a dança passou a ser aceita pela alta sociedade - especialmente pela sociedade vienense.
A palavra tem origem no verbo alemão Walzen, que significa "girar" ou "deslizar". É uma dança de compasso binário composto, com um padrão básico de passo-passo-espera, resultando em um deslizar vivamente pelo salão.

A Valsa no Brasil

A valsa chegou ao Brasil com a chegada da corte portuguesa ao país, em 1808. A música foi apresentada em salões onde a elite do Rio de Janeiro dançava. Depois chegou outro gênero musical, a polca, em 1845. Ao longo da segunda metade do século XIX ela continuou a ter grande aceitação e foi, nas palavras do estudioso José Ramos Tinhorão, "um dos únicos espaços públicos de aproximação que a época oferecia a namorados e amantes".

Entre os músicos brasileiros que fizeram obras neste gênero estão os compositores Villa Lobos, Carlos Gomes e Ernesto Nazaré
Considerada modalidade esportiva, a dança de salão pode ser bem mais que uma simples atividade de recreação.
Benéfica à saúde, a prática auxilia na prevenção e tratamento de doenças físicas e emocionais.

Assim como prega o senso comum, a dança em si é um método terapêutico para ajudar no combate a diversos males, mas há inúmeros benefícios relacionados à dança que são pouco conhecidos pela maioria das pessoas, como o aumento na capacidade de fixação do cálcio nos ossos, consequentemente na prevenção da osteoporose; na correção da postura; na melhora da circulação sanguínea e no combate ao sobrepeso.

"Quando dançamos colocamos a vida em equilíbrio", ressalta o treinador Ivan Sousa, salientando que a prática é uma forma da pessoa se manter com o espírito jovem, ossos fortes e articulações lubrificadas, além do que as aulas proporcionam a oportunidade de conhecer novas pessoas e elevar a autoestima.

Graduada em psicopedagogia, Daniele Barilli explica os pontos positivos da dança, que superam a barreira física e influenciam diretamente na questão emocional dos praticantes.
"A dança ajuda a perder a timidez no momento de se relacionar com outras pessoas, enfrentando o medo e aceitando desafios", avalia. Para ela, cada passo, cada dança é um desafio a encarar estes sentimentos.


Historia do Bolero
A origem do bolero é, como de outros ritmos, controversa. Em algumas fontes encontra-se que é oriundo da Espanha; em outras, diz-se que surgiu na Inglaterra, passou pela França, fortaleceu-se na Espanha, viajou para o México e finalmente chegou a Cuba por volta de 1880. Sabe-se que o bolero influenciou o mambo, o cha cha cha e a salsa.

No Rio de Janeiro o bolero sofreu influências do tango, incorporando giros, caminhadas e fazendo com que os pares deslizassem pelo salão. "Então, quando o cavalheiro começou a sair da frente da dama e a fazer troca-dilhos, cruzados, essas e outras va-riações, o bolero estiliza-se e trans-forma-se numa dança muito mais atraente e criativa", explica o professor de dança de salão do Rio de Janeiro, Mauro Lima.

A base para se dançar o bolero é o dois prá lá, dois prá cá. Porém há diferenças regionais: "Em São Paulo, até o início da década de 90, o passo inicial ensinado por algumas escolas era o um prá lá, dois prá cá, foi assim que eu aprendi", argumenta Andrei Udiloff, professor de dança de salão.

Na época em que o samba de gafieira começava a invadir as pistas de dança paulistas, o bolero estilizado e o soltinho vieram de carona. As pessoas que já dançavam bolero em São Paulo chamavam esta nova forma de dançar de bolero carioca. Até hoje o ritmo continua se modificando, ganhando cada vez mais adeptos interessados em dançar ao som suave das músicas.
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Dançando


Que tal aprender uma forma muito gostosa de aliviar a tensão do dia a dia? DANCE! Isso mesmo!!
A música e a dança ajudam a relaxar o corpo e a alma, além de diminuírem algumas medidas. Você sabia que uma hora de dança pode emagrecer 350 Kcal? Isso mesmo, então para deixar o corpo mais bonito e cabeça mais tranquila, se matricule em uma aula de dança. Sua vida vai melhorar muito ;)
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Wanessa - Shine It On

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DANÇA DE SALÃO







É uma das formas mais tradicionais de se dançar.Tem sua origem nas gafieiras e ganhou bastante divulgação no final da década de 80 quando começou a ser mais divulgada pela televisão em tramas de novelas e programas de auditório.
A Dança de Salão, no seu formato original é composta por três ritmos principais:

O Samba que mantém algumas características do samba de gafieira e incorporou novos estilos e figuras podendo ser dançado em pagodes, bossa nova ou samba rock.
O Bolero que é mais tranquilo, também recebeu um novo formato com mais giros e pode ser dançado também em músicas atuais como MPB e baladas.
O Soltinho que é um gênero muito divertido e é a mistura de alguns ritmos como swing, fox e outros, também pode ser praticado em uma grande variedade de estilos musicais.É uma ótima combinação para quem deseja começar a dançar.

























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Como dançar bolero


Como dançar bolero
Essa dança é considerada de salão, então para dancá-la você irá precisar de um parceiro(a). Você aprenderá a fazer o passo básico do bolero – e engana-se você se pensa que bolero é um ritmo que se dança apenas em músicas antigas.
danca2 Como dançar bolero
  1. Comece separando um CD com músicas de bolero (você pode baixá-las da internet) e um rádio. Vá a um local com espaço, pois você precisará dele. Deixe as músicas tocando ao fundo, para inspirá-lo a aprender esse ritmo.
    Dica! Pedro Mariano (música Pode ser), Shakira (música Moscas en la casa), Destiny Child (música Emotion), Leoni (música Garotos) são exemplos de músicas mais atuais e que dá para dançar bolero de forma bem gostosa!
  2. O cavalheiro deve, com a mão esquerda, envolver a dama, colocando a palma da mão nas costas dela (na altura da escápula). A dama, por sua vez, apoia a mão esquerda nos ombros dele. A mão esquerda do cavalheiro e a direita da dama devem se unir, de forma que as mãos fiquem apoiadas (mas sem entrelaçar os dedos).
  3. Assim que estiverem unidos, o próximo passo é aprender o passo básico. O cavalheiro deve ir com a perna esquerda à frente. Consequentemente, a dama leva a direita atrás. Ambos voltam as pernas para a posição inicial.
    Dica! Na verdade, neste momento, as pernas passam um pouco da posição inicial, pois isso faz com que o passo fique maior e mais bonito.
  4. Agora é a vez da dama ir com a perna esquerda à frente. Se a dama foi com a esquerda à frente, o cavalheiro vai com a direita atrás.
danca3 Como dançar bolero
Pronto! Você já está fazendo o passo básico do bolero. Repita esse movimento, caminhando pelo espaço em que está. Desafie-se a ir de um ponto a outro da sala onde está sem perder o passo básico.
danca5 Como dançar bolero
Agora, algumas dicas!
  • Sempre é o cavalheiro que vai conduzir a dama. Por exemplo, o cavalheiro decide o momento em que quer começar a dançar. Assim que decidiu, ele comanda a dama a fazer o passo. O movimento da perna esquerda à frente faz com que a dama pise a direita atrás, e vice-versa. O que tanto dama quanto cavalheiro não podem esquecer é: o corpo todo dança. Se a perna foi para a frente, o tronco automaticamente (e sem você precisar fazer força para isso) irá para a frente também. Então, o tronco conduz o movimento da dama.
  • Nunca esqueça que esse movimento é feito em linha. Não há necessidade de desviar o pé para não pisar no pé da dama, pois isso tornará a dança feia.
  • Façam passos longos, mas sempre respeitando o limite do corpo de cada um. Passos longos não são passos exagerados.
  • O mais importante: dance no ritmo da música. Você pode não saber muitos passos, mas se fizer no ritmo da música, pode ter certeza que será uma dança agradável para os dois.
danca4 Como dançar bolero
Com um pouco de treino e dedicação, você verá como estará dançando de forma a encantar a todos os que estão assintindo-o! E lembre-se… o bolero é muito mais que isso. Esse foi apenas um empurrãozinho para conhecer esse ritmo maravilhoso!


Bolero

A origem do bolero é incerta, já que alguns dizem ter surgido na Inglaterra e depois passou por França e Espanha com nomes variados. Outros dizem que ele é proveniente do fandango, uma dança espanhola de origem árabe.
Alguns autores alegam que o bailarino espanhol Sebastian Cerezo seria o criador do bolero e em 1780 foi inspiração de danças ciganas, fazendo uma variação das Seguidillas.
Num primeiro momento a dança era acompanhada de castanholas, violão e pandeiro, da mesma forma que o fandango. O casal dançava sem se tocar e com movimentos bastante sensuais, sempre se aproximando e se afastando.
O bolero serviu de inspiração para o mambo, o cha-cha-cha e a salsa, mas também recebeu influências de ritmos como tango. O Brasil é o único país que dança o bolero com figurações, passos de efeito e giros.
Nos demais países latino-americanos ele é dançado de forma simples e lenta. A expressão “dois para lá, dois para cá” é típica da dança, pois esta é a sua base fundamental. O bolero se desenvolveu em Cuba, México, Porto Rico, República Dominicana e outros países da América Central.



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O APERFEIÇOAMENTO DO MOVIMENTO CORPORAL NA DANÇA



No ensino da dança atual, ainda predomina a imitação do movimento perfeito, deixando-se de lado a percepção de cada indivíduo em relação à sua maneira de executar o movimento. Segundo Bambirra (1993): "O movimento é a base da dança. É o elemento principal a ser trabalhado, lapidado e aperfeiçoado. Movimento este que posteriormente será responsável pela transmissão de sentimentos, os mais íntimos e profundos, pois a dança nasce da necessidade de dizer o indizível, pois nada é mais revelador que o próprio gesto."
O número de repetições para a execução dos exercícios contribui para a sistematização do movimento, dando uma habilidade que se tornará um hábito, que se consiste no resultado da prática. Dando uma eficácia maior aos exercícios através de demonstrações, suprindo assim as explicações e assim o conteúdo artístico toma corpo através da interpretação.
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Dança do Ventre:




A dança de ventre é uma famosa dança praticada originalmente em diversas regiões do Oriente Médio e da Ásia Meridional. De origem primitiva e nebulosa, datada entre 7000 e 5000a.C, seus movimentos aliados a música e sinuosidade semelhante a uma serpente foram registrados no Antigo Egito, Babilônia, Mesopotâmia, Índia, Pérsia e Grécia, e tinham como objetivo preparar a mulher através de ritos religiosos dedicados a deusas para se tornarem mães. Com a invasão dos árabes, a dança foi propagada por todo o mundo. A expressão dança do ventre surgiu na França, em 1893. No Oriente é conhecida pelo nome em áraberaqṣ sharqī (رقص شرقي, literalmente "dança oriental"), ou raqṣ bládi (رقص بلدي, literalmente "dança da região", e, por extensão, "dança popular"), ou pelo termo turco çiftetelli (ou τσιφτετέλι, em grego).
É composta por uma série de movimentos vibrações, impacto, ondulações e rotações que envolvem o corpo como um todo. Na atualidade ganhou aspectos sensuais exóticos, sendo excluída de alguns países árabes de atitude conservadora.
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Blog de assuntodemulher :Porque nos entender?, frase do dia